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16/05/2019 16:45

Bahia investe 121,2% a mais no comparativo entre 2015 e 2019

O investimento do governo baiano aumentou 121,2% no comparativo entre o primeiro bimestre de 2019 e igual período de 2015, de acordo com dados dos relatórios fiscais dos estados e do Tesouro Nacional. Apenas nove estados brasileiros ampliaram os investimentos em 2019 em comparação com o registrado há quatro anos. Os demais registraram queda.

Ao investir R$ 204,28 milhões nos meses de janeiro e fevereiro, a Bahia superou a ampla maioria dos estados e ficou atrás apenas de São Paulo, com R$ 312,47 milhões. O estado mais rico do país, no entanto, está entre os que registraram queda entre 26% e 50% nos investimentos em comparação com 2015.

Com números em geral pouco significativos neste início de ano, os investimentos estados brasileiros, em conjunto, recuaram 64% com relação a 2015: de R$ 2,65 bilhões para R$ 934,2 milhões. Esta queda foi impulsionada pelo Rio de Janeiro, que viu os investimentos recuarem de R$ 867,17 milhões para apenas R$ 2,37 milhões agora, com a ressalva de que há quatro anos o governo carioca foi beneficiado pela ajuda federal com vistas aos preparativos para os Jogos Olímpicos de 2016. O levantamento toma por base os dados de 23 estados, já que Paraná, Maranhão, Rio Grande do Norte e Roraima ainda não divulgaram os números do primeiro bimestre.

Tesouro Nacional

Em abril, a Bahia já havia sido destaque em relatório do Tesouro Nacional como o Estado com maior porcentagem do orçamento destinada a investimentos nos dois primeiros meses de 2019. De acordo com o Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO) com foco nos Estados, divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), a Bahia destinou para investimentos, no primeiro bimestre, 4% do orçamento.

De acordo com analistas ouvidos pelo jornal Valor Econômico, o recuo nos investimentos pela maior parte dos estados é reflexo de fatores que vêm atingindo todas as gestões estaduais nos últimos anos, como a queda nas transferências da União, as restrições adotadas pelo governo federal para conceder aval a operações de crédito pelos estados e do alto comprometimento das receitas estaduais com as despesas correntes, sobretudo as de pessoal.

Fonte: Ascom Sefaz

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