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Notícias

13/11/2019 17:00

Especialistas de diversos estados discutem monitoramento e avaliação

Com o propósito de promover a aprendizagem e debater as múltiplas práticas em Monitoramento e Avaliação (M&A), a Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (Seplan) realizou, nesta quarta-feira (13), em parceria com o Núcleo Bahia da Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação (RBMA), o evento Diálogos Bahia | Construção de padrões em M&A. Ao longo do dia, especialistas de quatros estados brasileiros: Bahia, Ceará, Espírito Santo e Minas Gerais, apresentaram os desafios e as perspectivas para o setor.

Presente ao encontro, o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, ressaltou a importância do uso online das informações geradas pelas atividades de M&A. “O importante é sacramentar a absorção da cultura do monitoramento como uma prática em nossas vidas e usar essa ferramenta no dia a dia, pra gente trabalhar, desenvolver, pra pensar o futuro e realizar o presente, portanto, sair desse cenário de que monitoramento é algo que você faz como dado meramente estatístico. O ideal é o que a gente possa, com o monitoramento, transformar no presente e transformar no futuro”, disse.

Participaram do evento profissionais de instituições governamentais e não governamentais, gestores públicos e privados, professores, estudantes, pesquisadores, especialistas, estudiosos, consultores e membros de organizações promotoras e avaliadoras. A Superintendente de Monitoramento e Avaliação da Seplan–BA, Lúcia Carvalho, destacou a importância da RBMA para o aprimoramento da atividade. “A relação com a Rede é fundamental para que tenhamos um olhar contemporâneo sobre o Monitoramento e Avaliação, através do intercâmbio, da relação com as pessoas que estão na prática da atividade e o conhecimento das suas experiências”, avaliou.

A Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação (RBMA) foi criada em 2008, com a missão de promover diálogos entre diversos atores do campo de M&A, estimulando teorias e práticas cada vez mais relevantes para a sociedade brasileira. Em 2014, foi formalizada como associação sem fins lucrativos, visando garantir a continuidade das ações realizadas e dispor de melhores condições para mobilizar recursos, bem como para ganhar maior força política para colaborar com o cumprimento de sua missão.

Fonte: Ascom Seplan

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