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12/03/2019 22:10

Secretários debatem ações prioritárias na área de Infraestrutura no Estado da Bahia

A construção e recuperação de rodovias, aeroportos, pontes, terminais hidroviários, atracadouros, a diversificação da matriz de transportes e o apoio a projetos de iluminação pública e energias renováveis estão entre as prioridades do governo da Bahia na área de Infraestrutura. As ações prioritárias da Secretaria de Infraestrutura foram debatidas nesta terça-feira (12), em reunião que avançou até às 21h, entre os secretários do Planejamento, Walter Pinheiro, e da Infraestrutura, Marcus Cavalcanti, com as equipes técnicas das pastas, na sede da Seplan, no Centro Administrativo da Bahia.

“Estamos promovendo essas reuniões para que as secretarias possam programar suas ações prioritárias à luz do Plano Plurianual, do Programa de Governo Participativo elaborado pelo governador Rui Costa para o seu segundo mandato, da Lei Orçamentária e do Plano de Desenvolvimento Integrado, que é o planejamento a longo prazo que tem como horizonte o ano de 2035. Então, o objetivo é ajudar as secretarias no seu orçamento, ao mesmo tempo também buscar a interação e a transversalidade entre as secretarias para que os projetos prioritários possam, efetivamente, ganhar fluidez, capacidade de execução e recursos para que venham a vingar”, destacou o secretário Pinheiro.

O secretário Marcus Cavalcanti destaca a importância de debater com a Seplan quais são as áreas prioritárias das políticas públicas da pasta sob o seu comando. “Importante não só para a Seplan conferir quais são as áreas prioritárias mas, como ele na sua função de Planejamento, inclusive do Orçamento do Estado da Bahia, possa ver a possibilidade de alocar recursos para que essas metas sejam atingidas, já que as secretarias não são geradoras individualmente de recursos para aplicação. Os recursos do Estado são arrecadados pela Secretaria da Fazendo e, dentro de algumas necessidades, são captados também de fontes de financiamento. Então esta atividade é importante também para fazer uma sinergia entre a transversalidade das políticas públicas”, disse.

Fonte: Ascom Seplan

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