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19/05/2017 09:50

Crescimento da produção de Cacau na Bahia é meta da Agter

“Nosso objetivo aqui é construir uma agenda eficaz, elencando os desafios e soluções para qualificar, ainda mais, a produção de cacau no estado. Precisamos saber quais são as demandas que precisam ser resolvidas pelo governo estadual ou federal”, observou o vice-governador João Leão, na abertura da reunião com representantes do Governo do Estado e da Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC) reunidos na última terça-feira (16), no gabinete da Seplan.

A reunião contou com a participação de três secretários que fazem parte do GGI (Grupo Gestor Integrado da AGTER), Jerônimo Rodrigues, de Desenvolvimento Rural (SDR), Victor Bonfim, da Agricultura, Pecuária, Irrigação Agricultura (Seagri), Vivaldo Mendonça, de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia (Secti), e também com as presenças de Sathya Murthy, presidente da AIPC, Eduardo Brito Santos, diretor executivo da AIPC, Jeandro Ribeiro, chefe de gabinete da SDR, Acácia Pinho, superintendente da Secti e ainda Reub Celestino e Adriano Bouzas, superintendentes da Seagri.

No evento o vice-governador e secretário do Planejamento, João Leão, enfatizou a necessidade de “planejarmos, governo e segmentos produtivos, estratégias que garantam o desenvolvimento da produção do cacau na Bahia e consolidá-las sob a forma de uma agenda de soluções a ser executada para superarmos os desafios ao crescimento”. Dentre os assuntos abordados, a distribuição e o melhoramento genético das mudas de cacau, a oferta de assistência técnica e extensão rural (ATER), medidas para controle de pragas, adoção de inovações tecnológicas junto às universidades e institutos de ensino, organização socioprodutiva, acesso a crédito, formação profissional, comercialização, manejo da cabruca, qualidade da produção de amêndoas e chocolates, foram os mais destacados pelos participantes do encontro.

Para o secretário Vivaldo Mendonça, da Ciência e Tecnologia, “existe hoje um cenário que cria grandes possibilidades de intercâmbio com as instituições de ensino, para que inovações tecnológicas sejam levadas para produção rural”. E assegura ainda que “a atenção que a indústria está dando à reorganização da lavoura cacaueira certamente trará bons resultados para a Bahia”.

Jerônimo Rodrigues, secretário da SDR, ressaltou que o planejamento para potencializar a cadeia produtiva do cacau é resultado de um diálogo entre a SDR, Seplan, Seagri e Secti, e outros segmentos da cadeia produtiva. “Nós sabemos que 76% da produção do cacau vêm da agricultura familiar, o que impõe uma responsabilidade para o governo. A intenção, portanto, é trabalharmos ainda mais para que a Bahia continue sendo o maior produtor de cacau do Brasil e volte a ser destaque no ranking mundial. Estamos preocupados com a oferta de chocolate e boas amêndoas, mas também temos interesse no mercado de industrializado”, salientou Rodrigues. O presidente do Conselho da AIPC, Sathya Murthy, informou que há um planejamento do setor industrial para absorver o volume da produção cacaueira. “Esse é um bom momento para criar uma nova estrutura, pois precisamos focar em medidas que dobrem a produção de cacau nos próximos 10 anos”, concluiu.

O diretor executivo da AIPC, Eduardo Bastos, ressaltou o compromisso do estado com a retomada do crescimento do cacau. “A Bahia precisa trazer os parceiros que contribuam com o crescimento da produção, sejam produtores rurais, ONGs, setor financeiro, enfim, todos que possam ajudar de alguma forma”.

Fonte: Ascom Seplan

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